Teste de Anagramas

Os anagramas são comumente usados como uma forma de avaliar as habilidades de resolução de problemas. São tarefas orientadas a objetivos que não podem ser resolvidas em uma única etapa, ou seja, põem à prova as capacidades de resolução de problemas porque é necessário encontrar métodos de resolução dentro do espaço do problema1.

O bom desempenho na resolução de anagramas tem sido associado à criatividade2, o que não surpreende, uma vez que as soluções inovadoras parecem frequentemente resultar da combinação seletiva de elementos aparentemente não relacionados3.

Instruções:

Este Teste de Anagramas contém 10 questões no total. Em cada pergunta, você verá 18 conjuntos de letras, alguns dos quais podem ser reordenados para formar palavras em português.

Você deve selecionar todos os conjuntos que podem ser convertidos em palavras existentes. Cada pergunta contém até 6 anagramas.

Exemplo: AID pode formar a palavra DIA e OCM forma a palavra COM. Ambas as opções devem ser selecionadas.

Isenção de Responsabilidade:

Este teste foi desenvolvido com um propósito educacional e de entretenimento. Os resultados não constituem uma avaliação psicológica ou psiquiátrica de qualquer tipo e podem não oferecer um retrato preciso da aptidão mental do examinado. Não garantimos a exatidão dos resultados e estes não devem ser usados como um indicador das capacidades do indivíduo para um fim específico.

As respostas podem ser registradas e usadas para fins de investigação ou para serem distribuídas de outra forma. Todas as respostas são registradas anonimamente.

Referências:

1 Valerjev, P., & Dujmović, M. (2018). The impact of length and solvability of anagrams on performance and metacognitive judgments. Conference Proceedings 21st Psychology Days in Zadar. 217-230

2 Mendelsohn, G.A. & Griswold, B.B. (1966). Assessed creative potential, vocabulary level, and sex as predictors of the use of incidental cures in verbal problem solving. Journal of Personality and Social Psychology, 4, 423-431

3 Ansburg, P. & Hill,K. (2003). Creative and analytic thinkers differ in their use of attentional resources. Personality and Individual Differences. 34(7), 1141-1152.